Ressignificando a gestão do Cabeamento estruturado – Parte 2

No post anterior, deixamos a seguinte pergunta: “Porque essas vantagens desaparecem ao longo da vida do SCE”?


A chave do desaparecimento das vantagens é devido a falta da implantação de um processo ou sistema que documente as mudanças, alterações e adições que acontecem na infraestrutura. Veja algumas das consequências da falta desse processo:


· 21% dos pontos ficam esquecidos ou sem uso ao longo de 2 anos.

· 16% das portas utilizadas nas conexões, após 2 anos estarão conectadas, mas sem uso.

· Em média, 28 % do tempo do atendimento técnico é perdido na busca de informações sobre as conexões.


Isso tudo, poderia ser evitado com a construção de uma base de conhecimento confiável. Essa base, com certeza, ajudaria o gestor a identificar os déficit e gaps existentes e que vão surgindo na manutenção preventiva ou corretiva do dia a dia, e o auxiliando na tomada de ações.


Falando de como procedemos para implantar nossa Plataforma,


Usando a nossa vasta experiencia em implantar sistemas, não conseguimos imaginar a entrega de uma plataforma de gestão do conhecimento, que modificará procedimentos e a cultura da gestão do cabeamento, sem envolver o usuário, os responsáveis pela gestão da infraestrutura, e se for o caso, a terceirizada que fará as manutenções diárias e terá de interagir com o sistema. Para que a nossa plataforma seja incorporada à cultura de gestão desenvolvemos os seguintes passos:


· Conhecer o ambiente operacional e funcional do cliente: Primeiramente precisamos auxiliar os gestores de rede a fazer a interlocução com a área responsável pela segurança e o ambiente operacional, já que esse conhecimento não é de responsabilidade da equipe de manutenção de rede.


· Estudar o fluxo operacional da empresa: Depois de conhecer o ambiente se faz necessário levantar o fluxo operacional e verificar como o CW-Lan se encaixa e quais modificações que deverão serem feitas para o melhor aproveitamento da solução.


· Levantamento e popular a base de dados: Com o plano de implantação em mãos, começamos a popular a base de dados com as informações existentes ou levantadas. Essa atividade pode ser realizada por um técnico contratado ou por um colaborador da equipe do cliente.


· Simulação, Testes e implantação: Com a base populada, testaremos e realizaremos ajuste em um cenário reduzido. Aprovado e revisado, começamos a expandir para toda a estrutura.

Concluindo o artigo deixo uma reflexão, de que adianta uma infraestrutura de cabeamento impecável, apta a suportar as transformações digital em curso, se não se tem controles habilitados para apoiar os gestores e extrair o máximo potencial da estrutura ao longo dos anos, com independência e controle total da disponibilidade real da infraestrutura do cabeamento.


Para conhecer nossa plataforma e obter mais informações sobre as funcionalidades e o benefícios

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